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ARTIGO ORIGINAL08/12/2025
Pesquisa formativa para implementação do Respondent-Driven Sampling em estudo nacional sobre HPV em populações vulneráveis
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20240581
Resumo
ARTIGO ORIGINALPesquisa formativa para implementação do Respondent-Driven Sampling em estudo nacional sobre HPV em populações vulneráveis
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20240581
DOI 10.1590/0034-7167-2024-0581pt
Visualizações12RESUMO
Objetivos:
descrever a pesquisa formativa realizada durante a implementação do método Respondent Driven Sampling para avaliar a prevalência de papilomavírus humano em gays, homens que fazem sexo com homens e trabalhadoras do sexo no Brasil.
Métodos:
foram realizados encontros entre a equipe do estudo, profissionais de saúde e representantes de movimentos sociais. Incluíram se duas capitais por região do Brasil entre 2018 e 2021, totalizando 11 encontros.
Resultados:
foram discutidos aspectos como adequação logística, definição de incentivos e benefícios, escolha das “sementes” e expectativas sobre o recrutamento.
Considerações Finais:
a pesquisa formativa é essencial para desenvolver estudos que usam o método Respondent-Driven Sampling, pois a participação dos representantes das populações-alvo auxilia na coleta de informações sobre suas especificidades.
Palavras-chave: MétodoMinorias Sexuais e de GêneroPapilomavírus HumanoPopulações VulneráveisSaúde SexualVer mais -
REVISÃO27/06/2025
Tecnologias educacionais para promoção da saúde sexual e reprodutiva de mulheres com HIV: revisão integrativa
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78(2):e20240079
Resumo
REVISÃOTecnologias educacionais para promoção da saúde sexual e reprodutiva de mulheres com HIV: revisão integrativa
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78(2):e20240079
DOI 10.1590/0034-7167-2024-0079pt
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Objetivos:
mapear as evidências científicas sobre as tecnologias educacionais desenvolvidas para mulheres com HIV/aids em relação ao conhecimento e ao comportamento sobre saúde sexual e reprodutiva.
Métodos:
revisão integrativa, utilizando bases de dados como MEDLINE, Web of Science, SCOPUS, EMBASE, LILACS e BDENF. A qualidade metodológica foi avaliada usando o Critical Appraisal Skills Program, e os níveis de evidência determinados mediante Fineout-Overholt. Foram incluídos estudos primários e excluídos os protocolos de estudos clínicos. Os resultados foram analisados de forma descritiva e qualitativa, resultando em duas categorias.
Resultados:
dos estudos selecionados, quatro trataram de tecnologias educacionais relacionadas ao comportamento sexual e planejamento reprodutivo, enquanto cinco abordaram o ciclo gravídico puerperal. Esses estudos foram considerados de boa qualidade metodológica, baixo viés e efetividade comprovada.
Conclusões:
A síntese das evidências destacou a importância da disseminação do conhecimento sobre opções contraceptivas e concepcionais para prevenir complicações evitáveis em mulheres com HIV em idade reprodutiva.
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REVISÃO20/06/2025
O uso de tecnologias digitais na promoção da saúde sexual nos jovens adultos: revisão narrativa
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20230434
Resumo
REVISÃOO uso de tecnologias digitais na promoção da saúde sexual nos jovens adultos: revisão narrativa
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20230434
DOI 10.1590/0034-7167-2023-0434pt
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Objetivo:
Identificar a evidência na literatura sobre o uso das tecnologias digitais na promoção da saúde sexual de jovens adultos.
Método:
Revisão narrativa da literatura. Três revisores independentes realizaram a extração, análise e síntese dos artigos e resultados.
Resultados:
Através do processo de seleção, quatro estudos foram incluídos. Os artigos revelam que o uso de tecnologias digitais (telemóvel/aplicações) se traduz num aumento do conhecimento e na melhoria das atitudes e dos comportamentos sexuais dos jovens adultos.
Considerações finais:
O uso da tecnologia digital promove a saúde sexual de jovens adultos, pelo que estas estratégias deverão ser implementadas pelos profissionais de saúde.
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ARTIGO ORIGINAL08/08/2022
Função sexual positivamente correlacionada com a sexualidade e qualidade de vida do idoso
Revista Brasileira de Enfermagem. 2022;75:e20210939
Resumo
ARTIGO ORIGINALFunção sexual positivamente correlacionada com a sexualidade e qualidade de vida do idoso
Revista Brasileira de Enfermagem. 2022;75:e20210939
DOI 10.1590/0034-7167-2021-0939pt
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Objetivos:
analisar a função sexual e sua correlação com a sexualidade e com a qualidade de vida de homens idosos.
Métodos:
estudo transversal, desenvolvido com 231 homens idosos. Os participantes preencheram quatro instrumentos para obtenção dos dados biosociodemográficos, função sexual, sexualidade e qualidade de vida. Realizaram-se as análises com o Teste de Mann-Whitney e Correlação de Spearman.
Resultados:
a função sexual esteve positivamente correlacionada com a sexualidade em moderada magnitude e com a qualidade de vida em fraca magnitude. Os homens idosos sem disfunções sexuais melhor vivenciaram sua sexualidade e possuíram melhor qualidade de vida. Por fim, a satisfação geral do(a) parceiro(a) foi a faceta da função sexual que obteve maior correlação positiva com a sexualidade, enquanto que a autoconfiança apresentou maior correlação positiva com a qualidade de vida.
Conclusões:
sugerimos que a função sexual seja trabalhada com maior frequência nos serviços da Atenção Primária à Saúde, visto que encontramos correlações estatisticamente significantes com os componentes da sexualidade e da qualidade de vida.
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ARTIGO ORIGINAL10/08/2020
Saude sexual e reprodutiva do homem com HIV em situação de sorodiferença
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(6):e20180904
Resumo
ARTIGO ORIGINALSaude sexual e reprodutiva do homem com HIV em situação de sorodiferença
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(6):e20180904
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0904
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Objetivo:
conhecer a perspectiva do homem diante da reprodução na situação de sorodiferença para o HIV.
Método:
investigação qualitativa desenvolvida em hospital universitário no Sul do Brasil. Foi realizada entrevista não estruturada em profundidade com 11 homens que vivem com HIV e desenvolvida análise de conteúdo temática.
Resultados:
expressaram que não queriam ter filhos e que essa gestação é diferente. Demonstraram preocupações relacionadas à transmissão vertical do HIV, aos direitos sexuais e reprodutivos e à responsabilidade no exercício da paternidade.
Considerações finais:
a perspectiva do homem é influenciada pelo seu papel na família, determinado histórico e culturalmente, e pelas preocupações da infecção, determinadas socialmente, o que implica na sua compreensão do direito reprodutivo e sua participação no cuidado. Há necessidade de os serviços considerarem a perspectiva do homem no planejamento e implementação de ações de atenção à saúde, apoiando a sua participação no exercício da paternidade.
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ARTIGO ORIGINAL08/07/2020
Associação entre conhecimento sobre HIV e fatores de risco em jovens amazônidas
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20190453
Resumo
ARTIGO ORIGINALAssociação entre conhecimento sobre HIV e fatores de risco em jovens amazônidas
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20190453
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0453
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Objetivos:
analisar a associação entre o nível de conhecimento sobre o HIV de jovens amazônidas e o perfil sociodemográfico e fatores de risco para a infecção.
Métodos:
estudo tipo survey analítico transversal empregando questionário estruturado contendo questões sociodemográficas, comportamentais e de conhecimento sobre o HIV. Os dados foram agrupados por sexo e submetidos à análise de regressão logística ordinal e binária.
Resultados:
os estudantes possuíam déficit de conhecimento sobre o HIV, associado à baixa escolaridade dos pais e à baixa renda familiar. Os fatores de risco mais frequentes foram: desconhecimento do uso correto do preservativo masculino pelas alunas, seu uso infrequente nas relações sexuais pelos estudantes e não testagem anti-HIV. Houve associação entre nível de conhecimento e uso de aplicativos de encontro pelas alunas.
Conclusões:
não houve associação entre nível de conhecimento e fatores de risco preponderantes, porém, o déficit de conhecimento dos estudantes torna-os mais vulneráveis à infecção.




