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ARTIGO ORIGINAL18/05/2020
Cuidado da mulher grávida cadeirante à luz da teoria de Collière
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(4):e20180755
Resumo
ARTIGO ORIGINALCuidado da mulher grávida cadeirante à luz da teoria de Collière
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(4):e20180755
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0755
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Objetivos:
discutir as necessidades de cuidado da mulher grávida cadeirante à luz da Teoria do Cuidar de Collière.
Métodos:
qualitativo, descritivo, exploratório, com oito mulheres, entre agosto de 2014 e março de 2015, no Rio de Janeiro, Brasil. O método de coleta de dados foi a história de vida. O referencial teórico utilizado foi a Teoria do Cuidar, de Marie-Françoise Collière. A análise do tipo temática identificou três categorias: planejamento das gestações; apoio e preconceito da família e dos profissionais de saúde; e cuidados à mulher cadeirante na gestação.
Resultados:
preconceito, medo, falta de apoio, desconhecimento acerca da manutenção da gravidez e do parto interferiram negativamente no processo de gestar. As participantes apresentaram infecção urinária, abortamentos e partos prematuros.
Considerações Finais:
a gestação nessas mulheres deve prever possíveis intercorrências, o que torna imperiosa a capacitação dos profissionais no cuidado integral para promover e proteger a saúde.
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ARTIGO ORIGINAL17/02/2020
Efeito de capacitação sobre primeiros socorros em acidentes para equipes de escolas de ensino especializado
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(2):e20180288
Resumo
ARTIGO ORIGINALEfeito de capacitação sobre primeiros socorros em acidentes para equipes de escolas de ensino especializado
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(2):e20180288
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0288
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Objetivos:
Analisar o efeito de uma capacitação no conhecimento da equipe multidisciplinar de escolas de ensino especializado sobre primeiros socorros diante de acidentes escolares.
Métodos:
Estudo quase experimental do tipo antes e depois com grupo único de comparação. Realizou-se estatística descritiva e teste de McNemar para avaliar o efeito da intervenção.
Resultados:
Participaram 162 profissionais de nível superior, predominantemente professores (82,1%). Sexo e faixa etária preponderante foram, respectivamente, feminino (97,5%) e idade acima de 40 anos (69,2%). Houve aumento de acerto em todas as questões abordadas com significância estatística (≤ 0,05). Destacam-se o correto manejo diante de queda com traumatismo craniano encefálico, choque elétrico e queimadura por líquido quente (respectivamente: 98,1%, 98,1% e 96,9% de acertos).
Conclusões:
A capacitação sobre primeiros socorros diante de acidentes, por meio de exposição de conteúdo de forma dialogada e prática, se mostrou eficiente para a equipe multidisciplinar de escolas de ensino especializado para pessoas com deficiência.

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ARTIGO ORIGINAL13/12/2019
Transição para maternidade e maternagem em mulheres cadeirantes: perspectiva da enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:290-296
Resumo
ARTIGO ORIGINALTransição para maternidade e maternagem em mulheres cadeirantes: perspectiva da enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:290-296
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0843
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Objetivo:
Discutir o processo de transição para a maternidade e maternagem de mulheres cadeirantes na perspectiva de Afaf Ibrahim Meleis.
Método:
Estudo qualitativo, descritivo, exploratório, realizado com 6 mulheres cadeirantes residentes no estado do Rio de Janeiro. Utilizou-se o método Narrativa de Vida com análise temática à luz da Teoria da Transição.
Resultados:
Ocorreram as transições desenvolvimental e situacional, com influência de fatores pessoais, comunitários e sociais. Movidos principalmente por desconhecimento, preconceito da família e da rede social, esses fatores não foram impedimentos para o exercício da maternidade e da maternagem.
Considerações finais:
Os direitos reprodutivos da mulher cadeirante devem ser respeitados e, para isso, políticas transversais devem ser adotadas com práticas inclusivas às mulheres com deficiência.

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REFLEXÃO01/01/2018
Um modelo conceitual de resiliência física – contribuições para a enfermagem gerontológica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(5):2589-2593
Resumo
REFLEXÃOUm modelo conceitual de resiliência física – contribuições para a enfermagem gerontológica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(5):2589-2593
DOI 10.1590/0034-7167-2017-0111
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Objetivos:
Analisar e refletir sobre a potencial aplicabilidade do contributo do modelo conceitual de resiliência física de Whitson e colaboradores no cuidado à pessoa idosa.
Método:
Este artigo de reflexão foi estruturado a partir da consulta de artigos e definição dos conceitos inerentes, com análise e fundamentação das potencialidades da sua aplicação no cuidado de enfermagem geriátrico.
Resultados:
A resiliência física é influenciada por diferentes estímulos. A identificação dos estressores e a intervenção precoce permitem atrasar o declínio da capacidade funcional. Na prática, é fundamental planejar intervenções que dependam da capacidade inata que a pessoa idosa apresenta.
Conclusão:
A trajetória traçada ao longo de um episódio debilitante é relevante para compreender os fatores que contribuem para o desenvolvimento de estados de fragilidade ou pré-fragilidade. Este conhecimento permite ao enfermeiro adequar a sua atuação e contribuir para a eficácia das intervenções e para uma melhor prevenção da síndrome da fragilidade.

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PESQUISA01/01/2016
Menores com necessidades especiais de saúde e familiares: implicações para a Enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2016;69(1):88-95
Resumo
PESQUISAMenores com necessidades especiais de saúde e familiares: implicações para a Enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2016;69(1):88-95
DOI 10.1590/0034-7167.2016690112i
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Objetivo:
compreender a experiência da família de crianças e adolescentes com mielomeningocele diante da descoberta do adoecimento crônico, bem como sua vivência cotidiana na realização dos cuidados necessários a essas pessoas.
Método:
estudo qualitativo, desenvolvido de outubro de 2013 a fevereiro de 2014, com familiares, em um hospital pediátrico de Fortaleza. Os dados foram coletados por meio de entrevistas em profundidade e verificados por análise categorial temática.
Resultados:
constatou-se que o diagnóstico, após o nascimento do filho, gerou medo e angústia aos familiares perante o desconhecido e o inesperado, e que, ao longo dos anos, eles passaram a lidar com muitos desafios para proceder aos cuidados diários decorrentes de sequelas da doença.
Conclusão:
a Enfermagem assume importante papel na vida dessas famílias, das crianças e dos adolescentes, por meio do suporte emocional, das orientações e dos cuidados inseridos na rede de atenção em saúde.
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PESQUISA03/06/2013
Inclusão da pessoa com deficiência em um Centro de Referência em DST/AIDS de um município baiano
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(2):208-214
Resumo
PESQUISAInclusão da pessoa com deficiência em um Centro de Referência em DST/AIDS de um município baiano
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(2):208-214
DOI 10.1590/S0034-71672013000200009
Visualizações7Ver maisO presente estudo, de abordagem qualitativa, buscou conhecer a opinião dos profissionais de saúde sobre a inclusão das pessoas com deficiência nas atividades de acolhimento, prevenção e tratamento em um Centro de Referência em DST/AIDS. As falas foram submetidas à técnica de análise de conteúdo de Bardin. A análise mostra que os profissionais conduzem seu serviço no sentido da inclusão, buscando formas de comunicação que alcancem essas pessoas, como o uso das Libras, adequação da estrutura física, igualdade de atendimento e entendimento das vulnerabilidades dessa população. Apesar das estratégias adotadas terem grande importância na facilitação de um atendimento acolhedor às pessoas com deficiência, partem em sua maioria, de atividades pontuais e de forma individual. É preciso uma articulação eficaz do serviço com gestores e atores políticos na construção e adequação de matérias, programas e políticas publicas para alcance equitativo e inclusão dessa população.
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PESQUISA08/05/2013
Trabalhador com deficiência física: fragilidades e agravos autorreferidos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(1):59-66
Resumo
PESQUISATrabalhador com deficiência física: fragilidades e agravos autorreferidos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(1):59-66
DOI 10.1590/S0034-71672013000100009
Visualizações6Ver maisEste estudo teve como objetivo investigar fragilidades e agravos vivenciados por trabalhadores com deficiência física no seu ambiente de trabalho. Trata-se de um estudo de caso, de caráter descritivo, de abordagem qualitativa. Os dados foram coletados junto a oito trabalhadores com deficiência física e analisados mediante análise temática. A maioria dos sujeitos pesquisados refere ter encontrado dificuldades na busca do emprego e mencionam o preconceito e a acessibilidade como obstáculos. A maioria não identifica riscos para adoecimento no ambiente de trabalho. As pessoas com deficiência física devem ter conhecimentos acerca de seus direitos e sobre os riscos ocupacionais a que estão expostos, a fim de facilitar meios para a consolidação de uma sociedade cada vez mais inclusiva e promotora de ambiências saudáveis. Os profissionais de saúde devem fazer uma profunda reflexão a fim de que sejam colaboradores para a inclusão saudável de pessoas com deficiência em seus ambientes de trabalho.
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REFLEXÃO18/01/2013
Competência para prestar cuidado de enfermagem transcultural à pessoa com deficiência: instrumento de autoavaliação
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(5):849-855
Resumo
REFLEXÃOCompetência para prestar cuidado de enfermagem transcultural à pessoa com deficiência: instrumento de autoavaliação
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(5):849-855
DOI 10.1590/S0034-71672012000500020
Visualizações4O estudo trata da Teoria de Enfermagem Transcultural que desenvolve fundamentação para o cuidado, essência do trabalho da Enfermagem, apoiada na antropologia que dá suporte e explica aspectos da cultura e do cuidado. Estudo reflexivo apoiado no método de Análise da Teoria para estudo dos conceitos com objetivo de construir Instrumento de Autoavaliação de Competências para o Cuidado Transcultural à Pessoa com Deficiência. Analisados os conceitos principais, Cuidado Culturalmente Competente e Comunicação Cultural, e subconceitos: avaliação, valores, diversidade biocultural, habilidade, conhecimento, identidade, código e empatia cultura. Sintetizou-se o ciclo de análise de valores culturais que subsidiam a autoavaliação. Construiu-se o Instrumento de Autoavaliação da Competência para o Cuidado de Enfermagem Transcultural à Pessoa com Deficiência, especificamente, surdez, cegueira ou baixa visão, deficiência física e mental nos aspectos de cumprimentar, aceitar, ajudar, conhecer e advogar. Conclui-se que a teoria reúne características para o cuidado da pessoa com deficiência.
Palavras-chave: AntropologiaCompetência CulturalEnfermagem TransculturalPessoas com DeficiênciaTeoria de EnfermagemVer mais


