-
ARTIGO ORIGINAL07/08/2023
Violência geral, física e psicológica: relação com sintomas depressivos e cognição em idosos (estudo transversal)
Revista Brasileira de Enfermagem. 2023;76(3):e20220375
Resumo
ARTIGO ORIGINALViolência geral, física e psicológica: relação com sintomas depressivos e cognição em idosos (estudo transversal)
Revista Brasileira de Enfermagem. 2023;76(3):e20220375
DOI 10.1590/0034-7167-2022-0375pt
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivos:
analisar a relação da violência geral, física e psicológica com sintomas depressivos e estado cognitivo em pessoas idosas.
Métodos:
estudo quantitativo transversal, realizado com 323 idosos, do Nordeste brasileiro. Foram utilizados: instrumento sociodemográfico; Conflict Tactics Scales Form R; Geriatric Depression Scale; e Mini Exame do Estado Mental. Na análise, foi empregada estatística descritiva e inferencial.
Resultados:
à medida que aumenta a violência, aumentam os sintomas depressivos; o inverso ocorreu na avaliação da violência com o comprometimento cognitivo. Existe correlação entre violência física e psicológica e os sintomas depressivos; pessoas idosas mais depressivas têm 1,96 e 3,00 vezes mais probabilidade de sofrer violência psicológica e física, respectivamente.
Conclusões:
a violência geral, física e psicológica associa-se com os sintomas depressivos; e as pessoas com menos alterações cognitivas são mais vulneráveis ao abuso. Idosos com sintomas depressivos têm maior probabilidade de serem vítimas de violência psicológica e física.
-
ARTIGO ORIGINAL09/04/2021
Limitações de tarefa na hanseníase e sua associação com cognição e sintomas neuropsiquiátricos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(1):e20200649
Resumo
ARTIGO ORIGINALLimitações de tarefa na hanseníase e sua associação com cognição e sintomas neuropsiquiátricos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(1):e20200649
DOI 10.1590/0034-7167-2020-0649
Visualizações12RESUMO
Objetivo:
analisar as limitações de tarefa em pacientes com hanseníase e sua associação com cognição e sintomas neuropsiquiátricos.
Métodos:
este estudo transversal incluiu 60 pacientes com hanseníase multibacilar atendidos em um centro de referência. Os participantes foram divididos segundo a disfunção física e avaliados quanto às atividades diárias (básicas e instrumentais), às funções cognitivas e aos sintomas neuropsiquiátricos. A ordem de aplicação dos instrumentos foi aleatória para evitar interferência da sequência dos testes sobre os resultados.
Resultados:
dos participantes, 55% apresentaram disfunção física. Todos os pacientes eram independentes nas atividades básicas, mas 66% mostraram dificuldades nas atividades instrumentais. Declínio cognitivo e sintomas neuropsiquiátricos foram observados em estágios avançados da doença, porém estes estavam mais associados à idade do paciente do que à hanseníase.
Conclusões:
pacientes com hanseníase evidenciaram disfunção física e dificuldades nas atividades diárias instrumentais. Declínio cognitivo e sintomas neuropsiquiátricos estão mais associados ao envelhecimento do que à hanseníase.
Palavras-chave: Atividades CotidianasCogniçãoDesempenho Físico FuncionalHanseníaseTestes NeuropsicológicosVer mais -
ARTIGO ORIGINAL07/08/2020
Fatores associados a sintomas depressivos e cognição em idosos(as) vítimas de violência
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190383
Resumo
ARTIGO ORIGINALFatores associados a sintomas depressivos e cognição em idosos(as) vítimas de violência
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190383
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0383
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivo:
Identificar, entre pessoas idosas vítimas de violência, os fatores associados a sintomas depressivos e função cognitiva.
Métodos:
Tratou-se de um estudo transversal, realizado com 56 idosos(as) classificados(as) como em situação de violência. Foram utilizados: o Brazil Old Age Shedule, o Conflict Tactics Scales Form R, a Geriatric Depression Scale e o Mini Exame do Estado Mental.
Resultados:
Os sintomas depressivos foram mais prevalentes nos idosos do sexo masculino, maiores de 70 anos, sem companheiro, analfabetos, sem trabalho, com até 1 salário mínimo e que moravam sozinhos; e o déficit cognitivo predominou nas mulheres, maiores de 70 anos, sem companheiro, analfabetas, que não trabalhavam, com até 1 salário mínimo e que moravam sozinhas.
Conclusão:
Entre a população idosa vítima de violência, a falta de companheiro e o déficit cognitivo estavam associados aos sintomas depressivos; e encontrar-se morando sozinho, sem companheiro e ser analfabeto, ao déficit cognitivo.
-
ARTIGO ORIGINAL13/07/2020
Dimensões preditoras das condições clínico-funcionais e cognição em idosos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190162
Resumo
ARTIGO ORIGINALDimensões preditoras das condições clínico-funcionais e cognição em idosos
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190162
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0162
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivo:
Avaliar as dimensões preditoras das condições clínico-funcionais e a capacidade cognitiva de idosos residentes no domicílio.
Métodos:
Estudo transversal de base populacional, analítico, quantitativo. Para coleta de dados, utilizou-se: instrumento com variáveis sociodemográficas e comportamentais, o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional; e, para avaliar a cognição, o Mini Exame do Estado Mental. Foram conduzidas análises descritivas e testes estatísticos.
Resultados:
Participaram do estudo, 305 idosos, residentes no domicílio, em área urbana e rural. Eles classificaram-se em robustos (71,8%), pré-frágeis (22%) e frágeis (6,2%). Quanto à cognição, 24,9% deles apresentaram déficit cognitivo. Evidenciou-se que o comprometimento cognitivo prediz o desenvolvimento de incapacidade funcional.
Conclusão:
Considera-se que os profissionais de saúde devem tanto atuar no sentido da manutenção das condições funcionais e cognitivas dos idosos robustos e pré-frágeis quanto atentar para a reabilitação das incapacidades instaladas naquelas pessoas idosas que se encontram em situação de fragilidade.

-
ARTIGO ORIGINAL08/07/2020
Relação da cognição e qualidade de vida entre idosos comunitários: estudo transversal
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190030
Resumo
ARTIGO ORIGINALRelação da cognição e qualidade de vida entre idosos comunitários: estudo transversal
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190030
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0030
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivo:
avaliar as funções cognitivas e sua associação com a qualidade de vida entre idosos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família (USF) da Atenção Primária à Saúde da cidade do Recife-PE.
Métodos:
pesquisa quantitativa, descritiva, transversal, na qual foram estudados idosos com idade igual ou superior a 60 anos.
Resultados:
76,7% dos idosos eram mulheres e faixa etária era menor ou igual a 70 anos. 68,6% possuíam déficit cognitivo, e na avaliação da qualidade de vida verificou-se que a faceta participação social apresentou o maior escore médio entre os idosos (14,25), enquanto que o menor foi observado na faceta funcionamento do sensório (9,10). Houve associação entre declínio cognitivo e qualidade de vida.
Conclusão:
a maioria dos idosos apresentou bons índices de qualidade de vida, porém, baixo nível cognitivo. Utilizar instrumentos de rastreio permite detectar precocemente problemas de saúde, norteando a equipe de enfermagem na construção de medidas preventivas.

-
ARTIGO ORIGINAL05/12/2019
Efeitos de estímulos cognitivos e Taigeiko na cognição de idosas: uma intervenção
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:79-87
Resumo
ARTIGO ORIGINALEfeitos de estímulos cognitivos e Taigeiko na cognição de idosas: uma intervenção
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:79-87
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0133
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivo:
Avaliar a efetividade de uma intervenção por meio de estímulos cognitivos associados à prática de Taigeiko no desempenho da memória e função executiva de idosas, comparado a um grupo exposto ao Taigeiko isoladamente.
Método:
Estudo quase-experimental com 16 idosas, sendo 10 alocadas no grupo experimental (GE) submetidas a 16 sessões de estimulação cognitiva e Taigeiko, e 6 idosas no grupo controle (GC) submetidas ao Taigeiko isoladamente. A cognição foi avaliada pré e pós-intervenção pelos testes: Aprendizagem Aditivo-Verbal de Rey (RAVLT); Figuras Complexas de Rey; Trilhas; Stroop; Span de Dígitos e Fluência Verbal Semântica.
Resultados:
Ambos os grupos apresentaram diferenças em domínios do RAVLT (GE p=0,004; GC p=0,005) e do Teste Stroop (GE p=0,012; GC p=0,024). No entanto, no GE foram evidenciados melhores escores nos testes, embora sem significância estatística.
Conclusão:
O Taigeiko demonstrou ser uma potencial atividade na obtenção de ganhos cognitivos, independente da estimulação cognitiva associada.
-
ARTIGO ORIGINAL05/12/2019
Complexidade assistencial em idosos hospitalizados conforme desempenho cognitivo
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:134-139
Resumo
ARTIGO ORIGINALComplexidade assistencial em idosos hospitalizados conforme desempenho cognitivo
Revista Brasileira de Enfermagem. 2019;72:134-139
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0357
Visualizações7Ver maisRESUMO
Objetivo:
investigar possíveis diferenças na complexidade assistencial, desempenho funcional e aspectos biopsicossociais e de sistema de saúde entre idosos hospitalizados com ou sem declínio cognitivo.
Método:
estudo quantitativo, transversal e analítico que utilizou o método INTERMED e escalas de rastreio cognitivo e funcional. Foram investigados 384 idosos internados em clínica médica e cirúrgica de um Hospital Universitário em São Paulo/SP.
Resultados:
Houve declínio cognitivo em 40,1% da amostra, cuja maior parte era de idosos mais longevos e do sexo feminino, com menor escolaridade e renda, mais dependentes para as atividades de vida diária e com maior vulnerabilidade em diferentes domínios do INTERMED. Após ajustes, os idosos com declínio cognitivo apresentaram maior vulnerabilidade no domínio psicológico.
Conclusão:
A relação entre declínio cognitivo e vulnerabilidade psicológica destaca a necessidade de adotar cuidados de longa duração pautados no envolvimento da família, da equipe de saúde e dos diferentes serviços para qualidade da assistência.
-
PESQUISA01/01/2018
Alterações cognitivas em enfermeiros que atuam em unidades de terapia intensiva
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(1):73-79
Resumo
PESQUISAAlterações cognitivas em enfermeiros que atuam em unidades de terapia intensiva
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(1):73-79
DOI 10.1590/0034-7167-2016-0513
Visualizações7RESUMO
Objetivo:
Medir os níveis de estresse, ansiedade, depressão dos enfermeiros que atuam em UTI, relacionando-os com os níveis de atenção do antes e após jornada de 24 horas.
Método:
Estudo observacional analítico, de abordagem quantitativa, realizado com 18 enfermeiros submetidos a um inventário de estresse, ansiedade e depressão, avaliação dos níveis de atenção e funcionamento psicomotor.
Resultados:
61% possuem estresse positivo. Depressão foi verificada em 33%; de ansiedade, em 99,9%. Forte correlação entre estresse e depressão (ρ=0,564 com p<0,05) e ansiedade (ρ=1 com p<0,05). Correlação fraca entre estresse e o tempo de execução da tarefa em M2 (ρ = 0,055) para o TMT A, fato que não ocorreu em M0 (ρ=-0,249).
Conclusão:
O estudo mostra que a carga trabalho dos enfermeiros que atuam em UTI, em turnos de 24 horas, está correlacionada com a elevação dos níveis de estresse, diminuição do processo de atenção e declínio psicomotor.
Palavras-chave: Assistência de EnfermagemCogniçãoDesempenho PsicomotorEnfermeirosUnidade de Terapia IntensivaVer mais


