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REVIEW08/12/2025
Autoeficácia em amamentar em mães em vulnerabilidade socioeconômica: Teoria de Situação Específica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78(5):e20240652
Resumen
REVIEWAutoeficácia em amamentar em mães em vulnerabilidade socioeconômica: Teoria de Situação Específica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78(5):e20240652
DOI 10.1590/0034-7167-2024-0652pt
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Objetivos:
desenvolver uma Teoria de Situação Específica baseada na Teoria da Autoeficácia aplicada às mães que amamentam em vulnerabilidade socioeconômica.
Métodos:
a Teoria de Situação Específica foi construída com base nos pressupostos de Callista Roy, estruturados em seis etapas: (1) definição da abordagem; (2) definição de modelos conceituais; (3) definição dos principais conceitos; (4) desenvolvimento do diagrama pictorial; (5) construção das proposições; (6) estabelecimento de relações causais e evidências para prática.
Resultados:
oito fatores socioeconômicos, como idade, paridade, ocupação materna, escolaridade, estado civil, raça, apoio social e renda familiar, interferem nas fontes de autoeficácia em mães em vulnerabilidade socioeconômica. Os elementos da Teoria de Situação Específica foram associados em um diagrama pictorial e em relações causais evidenciadas por seis proposições.
Conclusões:
conclui-se que a Teoria de Situação Específica pode proporcionar uma melhor compreensão das relações entre esses fatores com as fontes de Teoria de Autoeficácia em mães com vulnerabilidade socioeconômica.
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ORIGINAL ARTICLE25/08/2025
Experiências transicionais de mães de crianças com necessidades especiais de saúde no aleitamento materno
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20240272
Resumen
ORIGINAL ARTICLEExperiências transicionais de mães de crianças com necessidades especiais de saúde no aleitamento materno
Revista Brasileira de Enfermagem. 2025;78:e20240272
DOI 10.1590/0034-7167-2024-0272pt
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Objetivo:
descrever as experiências de mães de crianças com necessidades especiais de saúde quanto ao aleitamento materno à luz da Teoria das Transições de Meleis.
Métodos:
estudo qualitativo, mediante nove dinâmicas da Árvore do Conhecimento do Método Criativo Sensível, com 20 mães, em março de 2023. Dados foram processados no software Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires e submetidos à análise temática.
Resultados:
as mães vivenciaram transições múltiplas, complexas e simultâneas, abrangendo aspectos relacionados à prematuridade e à hospitalização na terapia intensiva. Muitas enfrentaram desafios emocionais, físicos e sociais ao tentar amamentar seus filhos diante das circunstâncias adversas. Um facilitador foi o apoio dos profissionais de saúde do banco de leite.
Considerações finais:
é relevante a atuação conjunta entre enfermeiros e demais profissionais de saúde junto às mães para o cuidado transicional de qualidade no aleitamento materno de crianças com necessidades especiais de saúde.
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ORIGINAL ARTICLE22/04/2024
Percepção de mães sobre o cuidado de recém-nascidos em ambiente domiciliar
Revista Brasileira de Enfermagem. 2024;77(1):e20230080
Resumen
ORIGINAL ARTICLEPercepção de mães sobre o cuidado de recém-nascidos em ambiente domiciliar
Revista Brasileira de Enfermagem. 2024;77(1):e20230080
DOI 10.1590/0034-7167-2023-0080pt
Visualizações9RESUMO
Objetivos:
identificar percepções de mães sobre o cuidado de recém-nascidos em ambiente domiciliar, na perspectiva do pensamento da complexidade.
Métodos:
pesquisa qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, realizada entre novembro/2022 e fevereiro/2023. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais com 21 mães do sul do Brasil que cuidaram de recém-nascidos em ambiente domiciliar e analisados pela técnica de análise temática.
Resultados:
os quatro eixos temáticos resultantes da análise dos dados: Convivendo em meio a ordem e desordem; acolhendo às singularidades; lidando entre o certo e o incerto; rede de apoio no processo (re)organizador demonstram, que a mãe cuidadora de um recém-nascido em ambiente domiciliar vivência um processo adaptativo distinto e plural, que deve ser acolhido e compreendido pelos profissionais de saúde que atuam em âmbito familiar.
Considerações Finais:
o cuidado de recém-nascidos em ambiente domiciliar, na percepção de mães, requer atenção diferenciada e uma rede de apoio formal ou informal que considere as especificidades singulares de cada mulher/mãe em âmbito pessoal, familiar e social. Assim, para além da rede de apoio social é importante que se repense as abordagens de intervenção domiciliar.
Palavras-chave: Cuidado da CriançaMãesPesquisa em EnfermagemRecém-NascidoServiços de Assistência DomiciliarVer más -
ORIGINAL ARTICLE11/11/2020
O manejo da cólica infantil sob a ótica materna e da equipe de saúde da família
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20200075
Resumen
ORIGINAL ARTICLEO manejo da cólica infantil sob a ótica materna e da equipe de saúde da família
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20200075
DOI 10.1590/0034-7167-2020-0075
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Objetivo:
desvelar a inter-relação do manejo da cólica infantil por parte das mães e profissionais da Estratégia Saúde da Família.
Métodos:
pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, realizada com 4 equipes da Estratégia Saúde da Família e 31 mães que vivenciavam a cólica infantil. As coletas de dados incluíram, respectivamente, grupo focal e entrevista não estruturada individual. Adotou-se como referencial teórico o Interacionismo Simbólico e, como metodológico, a Pesquisa de Narrativa.
Resultados:
emergiram dois temas: “Abordagem da cólica“ e “Apoio social e cuidado“. O manejo profissional da cólica infantil sustenta-se em diagnóstico e intervenções medicamentosas. Para as mães, sobressai o sofrimento do filho e sua impotência diante deste.
Considerações finais:
a cólica infantil é socialmente difundida por ser um evento fisiológico e autolimitado. As mães sentiram-se desamparadas no enfrentamento da cólica infantil. Os profissionais sentiram a necessidade de ampliarem seu cuidado, com vistas a alcançar o sofrimento materno e amenizá-lo.
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ORIGINAL ARTICLE31/07/2020
Análise existencial das mães no cuidado ao filho com Doença Falciforme
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20180521
Resumen
ORIGINAL ARTICLEAnálise existencial das mães no cuidado ao filho com Doença Falciforme
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20180521
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0521
Visualizações6RESUMO
Objetivos:
desvelar o vivido de mães com filhos pós-acidente vascular encefálico pela doença falciforme.
Métodos:
pesquisa qualitativa, fenomenológica, embasada no referencial filosófico de Martin Heidegger. Participaram dez mães da Associação de Pessoas com Doença Falciforme de Minas Gerais. Para a análise interpretativa dos relatos, realizou-se a compreensão vaga e mediana seguida da hermenêutica.
Resultados:
desvelou-se que, para a mãe, o vivido significa relembrar o diagnóstico da doença que teve grande impacto. Os cuidados são centrados nessas mulheres, e as sequelas do acidente vascular encefálico são motivos de sofrimento. Nesse caminhar, buscam educar os filhos o mais próximo possível do normal.
Considerações Finais:
o estudo apontou que devemos olhar para essas mães buscando enxergar as múltiplas facetas do seu existir para o desafio de cuidar diante da complexidade existencial do ser humano.
Palavras-chave: Acidente Vascular EncefálicoAnemia FalciformeCuidados de EnfermagemMãesSaúde da MulherVer más -
ORIGINAL ARTICLE15/07/2020
Influência das práticas de atenção à saúde na sobrecarga de mães cuidadoras
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190154
Resumen
ORIGINAL ARTICLEInfluência das práticas de atenção à saúde na sobrecarga de mães cuidadoras
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190154
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0154
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Objetivos:
explorar a influência das práticas de atenção à saúde na sobrecarga das mães cuidadoras de crianças com necessidades especiais de saúde.
Métodos:
delineamento observacional, analítico, transversal, de abordagem quantitativa. Participaram 100 mães cuidadoras respondendo aos seguintes instrumentos: instrumento de caracterização; Escala de Sobrecarga para Cuidadores Informais; Percepção do Cuidado Centrado na Família- versão pais; Instrumento de Avaliação da Atenção Primária à Saúde - Versão Criança. Para análise estatística utilizou-se correlação de Spearman e análise de regressão linear univariada e multivariada.
Resultados:
o escore médio da sobrecarga foi 47.99. Houve correlação negativa entre a sobrecarga e os domínios colaboração e suporte da escala de percepção do cuidado centrado na família. No modelo de regressão linear multivariado, a variável longitudinalidade manteve relação significativa com a sobrecarga (p=0.023).
Conclusões:
um cuidado compartilhado, longitudinal e integrado entre famílias e serviços de saúde pode amenizar a sobrecarga das mães cuidadoras.
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PESQUISA01/01/2018
O empoderamento de mães de crianças numa unidade de terapia intensiva pediátrica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(3):998-1006
Resumen
PESQUISAO empoderamento de mães de crianças numa unidade de terapia intensiva pediátrica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71(3):998-1006
DOI 10.1590/0034-7167-2016-0689
Visualizações12RESUMO
Objetivo:
analisar o processo de empoderamento de mães de crianças internadas numa Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) à luz do referencial de Cheryl H. Gibson.
Método:
pesquisa qualitativa, com entrevista não diretiva, em grupo, de 14 mães de uma UTIP de um hospital universitário pediátrico do Rio de Janeiro, cujos dados foram submetidos à análise temática.
Resultados:
todas as mães passaram por, pelo menos, uma fase do processo de empoderamento. Parte delas atingiu a fase da competência participativa no cuidado ao filho, sendo ouvida pela equipe e manifestando suas necessidades, opiniões e questionamentos.
Considerações finais:
é necessário escuta atenta e compartilhamento de informações com as mães, de modo a proporcionar os subsídios essenciais para que passem pelo processo de empoderamento e, assim, envolvam-se nos cuidados e nas tomadas de decisão relacionadas a seus filhos.
Palavras-chave: EmpoderamentoEnfermagem PediátricaHospitalizaçãoMãesUnidades de Terapia Intensiva PediátricaVer más



