Revista Brasileira de Enfermagem. 2022;75(4):e20210664
DOI: 10.1590/0034-7167-2021-0664
Publication date: 25/02/2022
discutir, à luz de Florence Nightingale, sobre a posição histórica da arte enquanto dispositivo constituinte da prática baseada em evidências na enfermagem.
estudo reflexivo ancorado nos escritos de Nightingale e de outros pesquisadores com os quais se pode dialogar profundamente sobre a temática “arte na enfermagem”.
a arte possui relação com dois elementos essenciais no exercício da enfermagem: conhecimento e habilidade. Compreender ciência como conhecimento e arte como habilidade leva à ideia de que ambas permitem aliar competência técnica, compaixão, ética e individualização dos cuidados. Considerações Finais: a arte da enfermagem é o exercício contínuo da percepção detalhada, de modo que o aspecto subjetivo se torna o centro para o qual converge o olhar do enfermeiro, aquele que o permitirá desvelar a “verdade” posta pelo paciente, resultando na melhor intervenção para ele.
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discutir, à luz de Florence Nightingale, sobre a posição histórica da arte enquanto dispositivo constituinte da prática baseada em evidências na enfermagem.
estudo reflexivo ancorado nos escritos de Nightingale e de outros pesquisadores com os quais se pode dialogar profundamente sobre a temática “arte na enfermagem”.
a arte possui relação com dois elementos essenciais no exercício da enfermagem: conhecimento e habilidade. Compreender ciência como conhecimento e arte como habilidade leva à ideia de que ambas permitem aliar competência técnica, compaixão, ética e individualização dos cuidados. Considerações Finais: a arte da enfermagem é o exercício contínuo da percepção detalhada, de modo que o aspecto subjetivo se torna o centro para o qual converge o olhar do enfermeiro, aquele que o permitirá desvelar a “verdade” posta pelo paciente, resultando na melhor intervenção para ele.