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ANÁLISE06/07/2020
Efetividade do sistema de dispensação eletrônica de medicamentos: revisão sistemática e metanálise
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20180942
Resumo
ANÁLISEEfetividade do sistema de dispensação eletrônica de medicamentos: revisão sistemática e metanálise
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20180942
DOI 10.1590/0034-7167-2018-0942
Visualizações13RESUMO
Objetivos:
comparar a efetividade do sistema automatizado de distribuição descentralizada de medicamentos por armário.
Métodos:
trata-se de estudo de efetividade embasado por revisão sistemática, norteada pela questão: Para pacientes internados em unidades hospitalares, o uso de dispensário eletrônico é efetivo para a redução de erros de medicação comparado à dispensação manual por dose unitária? O conjunto da evidência foi avaliado pelo Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation, sendo o instrumento Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses usado no relatório.
Resultados:
a amostra foi composta por 15 estudos e nenhum deles comparou diretamente as tecnologias, contudo, a metanálise revelou que não existe diferença de efetividade entre elas [OR 1.03 IC 95% (0,12 - 8,99)].
Conclusões:
conclui-se que a recomendação é fraca a favor do dispensário eletrônico.
Palavras-chave: Avaliação da Tecnologia BiomédicaErros de MedicaçãoPesquisa Comparativa da EfetividadeSegurança do PacienteSistemas de Medicação no HospitalVer mais
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PESQUISA10/03/2009
Erros de medicação em hospital universitário: tipo, causas, sugestões e providências
Revista Brasileira de Enfermagem. 2004;57(6):671-674
Resumo
PESQUISAErros de medicação em hospital universitário: tipo, causas, sugestões e providências
Revista Brasileira de Enfermagem. 2004;57(6):671-674
DOI 10.1590/S0034-71672004000600007
Visualizações4Ver maisEste estudo survey exploratório analisou os erros de medicação de um hospital universitário a partir de 40 entrevistas realizadas com profissionais do sistema de medicação. Os resultados mostraram que os tipos de erros mais freqüentes estão na prescrição de medicamentos (29,04%); as falhas individuais são consideradas as principais causa da ocorrência de erros (47,37%) e as principais falhas do sistema de medicação (26,98%); as alterações nas atitudes individuais são sugestões para evitar erros (28,26%); as orientações são as providências administrativas mais utilizadas (25%). Concluiu-se que não há consciência sistêmica entre os profissionais a respeito dos erros, focando a culpa no ser humano. É necessário que esta cultura seja alterada e transformada em melhorias para o sistema.


