Música Archives - Revista Brasileira de Enfermagem

  • ARTIGO ORIGINAL21/05/2021

    Música no alívio do estresse e distress de pacientes com câncer

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(2):e20190838

    Resumo

    ARTIGO ORIGINAL

    Música no alívio do estresse e distress de pacientes com câncer

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(2):e20190838

    DOI 10.1590/0034-7167-2019-0838

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    RESUMO

    Objetivos:

    avaliar o efeito da música sobre estresse fisiológico e distress de pacientes com câncer em tratamento em ambiente hospitalar.

    Métodos:

    estudo quase-experimental realizado com pacientes com câncer internados em enfermarias de um hospital público. A intervenção única com música durou 15 minutos e ocorreu individualmente usando fones de ouvido em três músicas escolhidas pelos pacientes. O estresse e o distress foram mensurados antes e depois da intervenção com música mediante análise do cortisol salivar e das respostas ao termômetro de distress. A análise estatística adotou nível de significância de 5% aplicando-se o teste não paramétrico de Wilcoxon.

    Resultados:

    a idade média dos 26 pacientes foi de 56 anos. A maioria: sexo feminino, cor branca e com câncer de mama. Após a intervenção, houve redução estatisticamente significante no estresse e no distressp < 0,001.

    Conclusões:

    o uso da música reduziu o estresse e o distress de pacientes com câncer.

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    Música no alívio do estresse e distress de pacientes com câncer
  • ARTIGO ORIGINAL27/01/2020

    Percepção da equipe multiprofissional sobre oficina terapêutica de música desenvolvida pelo enfermeiro

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(1):e20170853

    Resumo

    ARTIGO ORIGINAL

    Percepção da equipe multiprofissional sobre oficina terapêutica de música desenvolvida pelo enfermeiro

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(1):e20170853

    DOI 10.1590/0034-7167-2017-0853

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    RESUMO

    Objetivo:

    Compreender a percepção dos profissionais da equipe multiprofissional sobre o uso da música em oficina terapêutica desenvolvida pelo enfermeiro.

    Método:

    Estudo qualitativo, do tipo exploratório. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas, com a participação de 13 profissionais de um Centro de Atenção Psicossocial em um município da Zona da Mata Mineira, e analisados seguindo-se o referencial da sociologia compreensiva, de Michel Maffesoli.

    Resultados:

    Os depoimentos revelaram que o uso da música nas atividades do enfermeiro em saúde mental representa uma ressignificação das linhas de cuidados de enfermagem e favorece a subjetividade do usuário.

    Considerações finais:

    Este estudo possibilitou evidenciar que o enfermeiro precisa ouvir a música que vem do coração, da alma e das verdades nem sempre proferidas nos cenários de práticas terapêuticas com indivíduos em sofrimento psíquico. Portanto, o cuidado ofertado deve ser centrado na história humana que convida a ser desvelada e compreendida.

    Descritores:

    Enfermeiros; Música; Saúde Mental; Serviços de Saúde Mental; Cuidados de Enfermagem.

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  • PESQUISA01/01/2018

    Família compondo a trilha sonora de seu processo de reintegração: modelo teórico

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71:1298-1305

    Resumo

    PESQUISA

    Família compondo a trilha sonora de seu processo de reintegração: modelo teórico

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71:1298-1305

    DOI 10.1590/0034-7167-2017-0485

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    RESUMO

    Objetivo:

    compreender o significado do processo da reintegração familiar atribuído pela família que o vivencia e construir um modelo teórico representativo dessa vivência.

    Método:

    estudo qualitativo, conduzido com quatro famílias com um total de 20 entrevistados, tendo o Interacionismo Simbólico como referencial teórico, a Grounded Theory, como metodológico, a observação participante e a experiência do fazer musical mediando a entrevista como estratégias de coleta de dados.

    Resultados:

    a análise comparativa dos dados levou à identificação da categoria central e à construção do modelo teórico TENTANDO RECONSTRUIR O QUE FOI QUEBRADO.

    Conclusão:

    a família que vivencia a reintegração experimenta um processo de reconstrução que permite revisitar as situações de abandono e de rever o comportamento de cuidar e de ressignificar a convivência familiar. Para o profissional de saúde, este estudo convida a pensar essa temática e a rever o conceito de família, em busca de criar seu próprio sentido de cuidar.

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    Família compondo a trilha sonora de seu processo de reintegração: modelo teórico
  • PESQUISA01/01/2014

    Percepções de familiares de pessoas portadoras de câncer sobre encontros musicais durante o tratamento antineoplásico

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2014;67(3):408-414

    Resumo

    PESQUISA

    Percepções de familiares de pessoas portadoras de câncer sobre encontros musicais durante o tratamento antineoplásico

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2014;67(3):408-414

    DOI 10.5935/0034-7167.20140054

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    Estudo qualitativo fenomenológico, estruturado na análise existencial heideggeriana, que objetivou desvelar a percepção de familiares acompanhantes de pacientes que convivem com o câncer e o tratamento antineoplásico em uma casa de apoio, onde são utilizados encontros musicais como método de tratamento. Os sujeitos foram cinco usuários da casa de apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Maringá, onde foram realizados oito encontros musicais, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2011. Constatou-se que o encontro mediado pela música pode proporcionar aos familiares acompanhantes um momento de introspecção existencial, que os conduzem a uma experiência transcendental no enfrentamento de sua condição existencial, incitando a expressão de subjetividades e o desvelamento de suas necessidades existenciais / espirituais. No contexto dos cuidados paliativos oncológicos, esses encontros podem ampliar as possibilidades de integralização e humanização do cuidado de enfermagem à família, subsidiando conforto, reflexão e motivação diante das adversidades emergentes em sua temporalidade na casa de apoio.

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  • PESQUISA06/07/2009

    Sinais vitais e expressão facial de pacientes em estado de coma

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2009;62(3):435-441

    Resumo

    PESQUISA

    Sinais vitais e expressão facial de pacientes em estado de coma

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2009;62(3):435-441

    DOI 10.1590/S0034-71672009000300016

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    O objetivo foi verificar a influência da música e mensagem oral sobre os Sinais Vitais e Expressão Facial dos pacientes em coma fisiológico ou induzido. Realizou-se um Ensaio Clínico Controlado e Randomizado. A amostra consistiu-se de 30 pacientes de Unidade de Terapia Intensiva, que foram divididos em 2 grupos: Grupo Controle (sem estímulos auditivos) e Grupo Experimental (com estímulos auditivos). Os pacientes foram submetidos a 3 sessões, em dias consecutivos. Encontraram-se alterações estatisticamente significativas nos sinais vitais (saturação de O2 - sessão 1; saturação de O2 - sessão 3; freqüência respiratória - sessão 3) durante a mensagem e na expressão facial, sessão 1, durante a música e a mensagem. Aparentemente a mensagem foi um estímulo mais forte do que a música em relação à capacidade de produzir respostas fisiológicas sugestivas de audição.

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  • REFLEXÃO31/07/2008

    O lúdico e o desenvolvimento infantil: um enfoque na música e no cuidado de enfermagem

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(5):611-613

    Resumo

    REFLEXÃO

    O lúdico e o desenvolvimento infantil: um enfoque na música e no cuidado de enfermagem

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(5):611-613

    DOI 10.1590/S0034-71672005000500021

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    O mundo imaginário é importante para a compreensão e inserção da criança no mundo que a cerca. Sendo assim, o cuidado de enfermagem lúdico surge, assegurando um cuidado integral e cuidadoso, onde jogos, brincadeiras, cantos e danças estão presentes, para subsidiar o cuidado. Destaca-se a música e toda sua sonoridade envolvente e instrutiva, estando sua musicalidade inserida em nosso meio. A criança se constrói como ser ao interagir com o outro e o mundo, sendo o brincar necessário ao seu crescimento e desenvolvimento.

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  • Revisão31/03/2008

    A música como recurso no cuidado à criança hospitalizada: uma intervenção possível?

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2006;59(5):689-693

    Resumo

    Revisão

    A música como recurso no cuidado à criança hospitalizada: uma intervenção possível?

    Revista Brasileira de Enfermagem. 2006;59(5):689-693

    DOI 10.1590/S0034-71672006000500018

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    Trata-se de um estudo bibliográfico realizado a partir das bases de dados MEDLINE e LILACS e vias não-sistematizadas, no período de 1994 a 2004. Teve como objetivo analisar a produção bibliográfica da enfermagem pediátrica quanto à utilização da música como recurso terapêutico no espaço hospitalar, a fim de identificar o estado do conhecimento desta área nesse campo. Da análise do material empírico, emergiram três unidades de significados: o cenário, as intervenções e as repercussões. Os resultados evidenciaram os benefícios da música para a criança hospitalizada, seus familiares e equipe de saúde e constatou-se que este recurso pode ser utilizado no espaço hospitalar como uma intervenção de baixo custo, não-farmacológica e não-invasiva, promovendo um processo de desenvolvimento que visa à saúde da criança, da família e dos trabalhadores.

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