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ARTIGO ORIGINAL28/07/2021
Fatores relacionados ao comprometimento psíquico e qualidade de vida de portadores de esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(5):e20190060
Resumo
ARTIGO ORIGINALFatores relacionados ao comprometimento psíquico e qualidade de vida de portadores de esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2021;74(5):e20190060
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0060
Visualizações10RESUMO
Objetivo:
descrever os fatores relacionados ao comprometimento psíquico e qualidade de vida (QV) de portadores de esquizofrenia.
Método:
estudo transversal, descritivo e correlacional, realizado com 119 esquizofrênicos. Foi aplicado um questionário de variáveis sociodemográficas e clínicas, mais as escalas BPRS-A e QLS-BR. Foram utilizados o Teste Qui-Quadrado e Correlação de Spearman,
Resultados:
77 eram do sexo masculino e 44 faziam uso de medicações típicas. O “Número de vezes que ficou internado” relacionado com o “Tempo de doença” que o paciente convive com esquizofrenia apresentou significância (p=0,266). 91,7% apresentaram Nível Ocupacional grave (n=109). 34,5% (n=41) apresentavam comprometimento moderado.
Conclusão:
quanto maior o grau de comprometimento psíquico, pior a QV, essa piora pode estar relacionada a diversos fatores, assim como os sintomas da doença.
Palavras-chave: EsquizofreniaQualidade de VidaReabilitação PsiquiátricaSaúde MentalTranstorno MentalVer mais -
ARTIGO ORIGINAL01/06/2020
Relação entre bem-estar, qualidade de vida e esperança em cuidadores familiares de pessoas esquizofrênicas
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190359
Resumo
ARTIGO ORIGINALRelação entre bem-estar, qualidade de vida e esperança em cuidadores familiares de pessoas esquizofrênicas
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73:e20190359
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0359
Visualizações5Ver maisRESUMO
Objetivo:
Mensurar e correlacionar o grau de bem-estar psicológico, qualidade de vida e esperança disposicional em cuidadores familiares de pessoas esquizofrênicas.
Métodos:
Estudo descritivo, transversal, realizado com 117 familiares de pessoas esquizofrênicas. Foram aplicados um questionário de variáveis sociodemográficas; e os instrumentos World Health Organization 5-Item Well-Being (WHO-5), World Health Organization Quality of Life Abreviado (WHOQOL-Bref) e Escala de Esperança Disposicional. Foram utilizados os testes de Kruskal Wallis, Jonckheere-Terpstra e correlação de Spearman, em nível α < 0,05.
Resultados:
Observou-se significância estatística quando comparada a escolaridade e faixa etária com a Esperança Disposicional; e quando comparadas as escalas utilizadas.
Conclusão:
O estudo considerou que o bem-estar, qualidade de vida e esperança são variáveis que influenciam negativamente a sobrecarga do cuidador, sugerindo a escolaridade como variável de relação inversa à Esperança Disposicional.
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Research30/06/2014
Compreendendo o ser com diagnóstico de esquizofrenia à luz do pensamento de Merleau-Ponty: a la luz del pensamento de Merleau-Ponty
Revista Brasileira de Enfermagem. 2001;54(4):558-567
Resumo
ResearchCompreendendo o ser com diagnóstico de esquizofrenia à luz do pensamento de Merleau-Ponty: a la luz del pensamento de Merleau-Ponty
Revista Brasileira de Enfermagem. 2001;54(4):558-567
DOI 10.1590/S0034-71672001000400004
Visualizações8A esquizofrenia é uma demência precoce que se caracteriza essencialmente, por sintomas afetivos, manifestando-se pelo fato de isolamento do mundo real, identificado como uma forma de se proteger da hostilidade dos que o cercam. Esta pesquisa tem como principal objetivo, compreender o ser diagnosticado como esquizofrênico, revelando o seu posicionamento perante ao mundo e a si próprio, a partir de Merleau-Ponty, assim como o significado que o ser esquizofrênico atribui à sociedade. Selecionou-se dois hospitais da rede privada de saúde com a participação de cinco pacientes. Os dados foram coletados através da entrevista com roteiro e analisados fenomenologicamente, baseado no círculo hermenêutico. Os resultados evidenciaram referência ao seu corpo, tempo, pessoas que convivem, mundo, traçando uma interligação entre eles, baseados na percepção daqueles que o cercam ou não no presente momento.
Palavras-chave: Esquizofreniapercepção e sociedadeVer mais -
PESQUISA22/07/2013
Ajustamento familiar após o surgimento da esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(3):321-326
Resumo
PESQUISAAjustamento familiar após o surgimento da esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2013;66(3):321-326
DOI 10.1590/S0034-71672013000300003
Visualizações8Ver maisConsidera-se que, quando ocorre o primeiro episódio da esquizofrenia, a vida familiar é interrompida e a sua trajetória de vida pode ser modificada. Em vista disso, o objetivo deste trabalho foi conhecer a trajetória de famílias nos primeiros cinco anos de convivência com a doença mental, identificando o seu processo de ajustamento. A pesquisa está fundamentada no Interacionismo Simbólico. Foram realizadas entrevistas com 23 familiares de 21 portadores de esquizofrenia. A análise foi realizada visando à determinação de uma linha do tempo, que permitiu descrever o processo de ajustamento familiar através de três momentos: Percebendo a Mudança, Diagnóstico e Início do Tratamento, e Seguindo em Frente. Conclui-se que todas as fases apresentadas neste projeto são ricas e podem ser mais exploradas.
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PESQUISA17/08/2012
A realidade do viver com esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(2):309-316
Resumo
PESQUISAA realidade do viver com esquizofrenia
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(2):309-316
DOI 10.1590/S0034-71672012000200017
Visualizações10Objetivou-se entender a realidade do viver com esquizofrenia a partir do relato de quem a vivencia. Foram realizadas entrevistas com dez portadores de esquizofrenia internados em hospital geral, diagnosticados com o transtorno há, no mínimo, cinco anos. Para a análise do conteúdo das entrevistas foi utilizada a análise temática. Foi identificada a categoria "Convivendo com a esquizofrenia" e seis temas que abordam o conhecimento da doença, os sintomas, a difícil convivência, o estigma, a família e a religião. Esta pesquisa pode permitir a ampliação do olhar para os portadores de esquizofrenia, uma vez que o conhecimento sobre a doença e suas implicações ocorreram a partir da perspectiva de quem vivencia cotidianamente este sofrimento.
Palavras-chave: Enfermagem PsiquiátricaEsquizofreniaFormação de ConceitoPesquisa QualitativaQualidade de VidaVer mais -
PESQUISA26/06/2012
Significação da psicose pelo sujeito e seus efeitos para a clínica da enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(1):116-120
Resumo
PESQUISASignificação da psicose pelo sujeito e seus efeitos para a clínica da enfermagem
Revista Brasileira de Enfermagem. 2012;65(1):116-120
DOI 10.1590/S0034-71672012000100017
Visualizações2Ver maisObjetivou-se identificar a apreensão do paciente acerca de sua experiência psíquica diante da psicose, indicando uma direção de tratamento à luz da leitura psicanalítica. Estudo qualitativo, realizado com nove pacientes. A análise ocorreu através de categorização dos discursos. Os sujeitos indicaram preocupação em construir um lugar onde sua experiência psíquica seja considerada em seu cotidiano. Com os profissionais de saúde mental, o sujeito pode encontrar um novo significante, criar novos significados, levando à estabilização dos sintomas, que provêm da criação da metáfora delirante. A sequência de perdas na psicose dá lugar a ganhos, em que o barramento do Outro proporciona a subjetivação de um novo lugar para esse sujeito, contribuindo para a construção de um novo projeto de vida.
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PESQUISA04/08/2008
Qualidade de vida de familiares cuidadores do doente esquizofrênico
Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(2):171-175
Resumo
PESQUISAQualidade de vida de familiares cuidadores do doente esquizofrênico
Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(2):171-175
DOI 10.1590/S0034-71672005000200008
Visualizações3Ver maisObjetivou-se verificar o conceito de qualidade de vida (QV) de familiares cuidadores de pacientes esquizofrênicos e identificar fatores que interferem em sua qualidade de vidas. Para tanto, foi realizada uma pesquisa exploratório-descritiva, transversal, de campo com 52 familiares cuidadores que residiam com o paciente. Concluiu-se que os familiares definiram qualidade de vida como: "ter saúde, poder trabalhar e sustentar a família" (35); "ter saúde"(9); "ter saúde, ter bons hospitais e morar em um bairro melhor"(3); "ter saúde e continuar tratando deles" (2); "ter saúde e casa própria" (2);"ter dinheiro para tratar melhor dele"(1). Entre os fatores que interferiram em suas vidas o "deixar de ir a igreja"; "não sair com amigos"; "deixar de trabalhar " e "não ter mais tempo para si mesmo" foram os que sobressaíram.




