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ARTIGO ORIGINAL06/07/2020
Exposição ao vivo para o medo da dor e evitação do movimento em dor lombar
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20190125
Resumo
ARTIGO ORIGINALExposição ao vivo para o medo da dor e evitação do movimento em dor lombar
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20190125
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0125
Visualizações10Ver maisRESUMO
Objetivos:
verificar os efeitos do uso da hierarquização e exposição ao vivo para a crença de medo da dor e evitação do movimento e ansiedade em pacientes com dor lombar crônica.
Métodos:
estudo quase-experimental. Os 27 pacientes que participaram graduaram o dano de cada um dos 40 movimentos de atividades da vida diária representados em fotos, utilizando uma escala de 0 a 100. Dentre as atividades graduadas acima de 50, escolheram 5 para realizar a exposição. As intensidades do medo e da ansiedade foram mensuradas antes e depois de cada sessão de exposição.
Resultados:
a frequência entre os sexos foi equitativa, a média da idade foi de 44,9 anos. As atividades mais escolhidas para a exposição foram trabalhar com a pá (33,3%) e correr (33,3%). Houve redução do medo e ansiedade antes e após as exposições (p<0,001).
Conclusões:
a hierarquização e exposição ao vivo foram efetivas na redução do medo e da ansiedade.
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Resumo
ARTIGO ORIGINALExposição ao vivo para o medo da dor e evitação do movimento em dor lombar
Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(5):e20190125
DOI 10.1590/0034-7167-2019-0125
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Objetivos:
verificar os efeitos do uso da hierarquização e exposição ao vivo para a crença de medo da dor e evitação do movimento e ansiedade em pacientes com dor lombar crônica.
Métodos:
estudo quase-experimental. Os 27 pacientes que participaram graduaram o dano de cada um dos 40 movimentos de atividades da vida diária representados em fotos, utilizando uma escala de 0 a 100. Dentre as atividades graduadas acima de 50, escolheram 5 para realizar a exposição. As intensidades do medo e da ansiedade foram mensuradas antes e depois de cada sessão de exposição.
Resultados:
a frequência entre os sexos foi equitativa, a média da idade foi de 44,9 anos. As atividades mais escolhidas para a exposição foram trabalhar com a pá (33,3%) e correr (33,3%). Houve redução do medo e ansiedade antes e após as exposições (p<0,001).
Conclusões:
a hierarquização e exposição ao vivo foram efetivas na redução do medo e da ansiedade.



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PESQUISA31/07/2008
Avaliação de uma cadeira de banho utilizada em ambiente hospitalar: uma abordagem ergonômica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(4):405-410
Resumo
PESQUISAAvaliação de uma cadeira de banho utilizada em ambiente hospitalar: uma abordagem ergonômica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(4):405-410
DOI 10.1590/S0034-71672005000400005
Visualizações13Ver maisA literatura indica que a equipe de enfermagem apresenta uma elevada ocorrência de lesões osteomusculares. A utilização de equipamentos especiais tem levado a uma diminuição no risco de lesões na coluna nesses trabalhadores, além de satisfazerem as necessidades de conforto e segurança dos pacientes. Um desses equipamentos é a cadeira de banho. O presente estudo teve como objetivo avaliar ergonomicamente uma cadeira de banho utilizada em um hospital. Foi utilizado um instrumento para os trabalhadores de enfermagem e um outro para os pacientes. Verificou-se que a cadeira avaliada apresenta inúmeros problemas ergonômicos em seus acessórios. Com relação à avaliação do esforço percebido, observou-se um elevado nível de esforço (8,33), segundo a Escala CR 10 de Borg, na manipulação do equipamento.
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Resumo
PESQUISAAvaliação de uma cadeira de banho utilizada em ambiente hospitalar: uma abordagem ergonômica
Revista Brasileira de Enfermagem. 2005;58(4):405-410
DOI 10.1590/S0034-71672005000400005
Visualizações13Ver maisA literatura indica que a equipe de enfermagem apresenta uma elevada ocorrência de lesões osteomusculares. A utilização de equipamentos especiais tem levado a uma diminuição no risco de lesões na coluna nesses trabalhadores, além de satisfazerem as necessidades de conforto e segurança dos pacientes. Um desses equipamentos é a cadeira de banho. O presente estudo teve como objetivo avaliar ergonomicamente uma cadeira de banho utilizada em um hospital. Foi utilizado um instrumento para os trabalhadores de enfermagem e um outro para os pacientes. Verificou-se que a cadeira avaliada apresenta inúmeros problemas ergonômicos em seus acessórios. Com relação à avaliação do esforço percebido, observou-se um elevado nível de esforço (8,33), segundo a Escala CR 10 de Borg, na manipulação do equipamento.



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