Revista Brasileira de Enfermagem. 1994;47(3):278-286
DOI: 10.1590/S0034-71671994000300009
Publication date: 23/02/2015
Este artigo tem como objetivo relatar a experiência da constituição do processo gerencial local das Unidades Básicas de Saúde de Ribeirão Preto, no processo de municipalização da saúde. Discute-se os limites que surgem na conformação desta atividade administrativa: tomá-la como essencialmente técnica e racional, voltada para o controle da funcionalidade interna dos serviços e neste caso para a organização do atendimento à doença. Aponta-se que, é nestes limites colocados que é possível (re)construir um processo gerencial dinâmico e integrativo, onde as dimensões técnicas, política e comunicativa estejam presentes para alcançar a integração sanitária.
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Este artigo tem como objetivo relatar a experiência da constituição do processo gerencial local das Unidades Básicas de Saúde de Ribeirão Preto, no processo de municipalização da saúde. Discute-se os limites que surgem na conformação desta atividade administrativa: tomá-la como essencialmente técnica e racional, voltada para o controle da funcionalidade interna dos serviços e neste caso para a organização do atendimento à doença. Aponta-se que, é nestes limites colocados que é possível (re)construir um processo gerencial dinâmico e integrativo, onde as dimensões técnicas, política e comunicativa estejam presentes para alcançar a integração sanitária.